sobre nós
quem, como, e onde tudo acontece
cara-crachá
Angelo e Julia organizam eventos de gente pelada há algum tempo, e o fazem por já terem tido vivências boas que ajudaram a perceberem o quanto isso pode ser significativo.
Transar é bom, mas eles acreditam que a criação de espaços seguros e de vivência de liberdade, afeto e diversidade vai muito além disso.
O amor e a aceitação mudam as pessoas, e é isso que eles querem promover.
Além deles, há sempre um grupo de pessoas diversas que auxiliam na preparação do antes, durante e depois dos eventos.
Julia Fernandez

“Sorrio para o caos porque não sei flertar direito”
Safofa de marca maior, gosto de todas as identidades de gênero e orientações sexuais, mas me identifico como demissexual. Vivo a não monogamia desde 2009 e a cada dia gosto mais da minha versão atual, conectada com a Não Monogamia Política. Os eventos são, ao mesmo tempo, minha Pasárgada e a injeção de fé humanidade que me faz querer continuar a criar espaços seguros, de acolhimento e de muito amor. Pronomes: ela/dela.
@ju.z.fernandezAngelo Dias

“Meu objetivo na vida é fazer meus amigos transarem entre si e, se der tempo, comigo”
Programador, designer e escritor, Angelo vive ativamente a não-monogamia e a anarquia relacional desde 2017. Encontrou nos eventos de gente pelada um modo de explorar sua sexualidade e de reavaliar o conceito do que é bonito segundo a mídia e o que é bonito na vida real. Ele quer que outras pessoas possam vivenciar isso e, quem sabe, poder colocar organizador de suruba no seu LinkedIn. Pronomes: ele/dele.
@oicronofobico